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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Endeavor lança aplicativo para iPad com maior acervo sobre empreendedorismo


Depoimentos de Ozires Silva, um ícone empresarial do Brasil e um dos fundadores da Embraer; Romero Rodrigues, criador do Buscapé; entre outros grandes nomes, fazem parte da galeria

Já está disponível para download Endeavor Vídeos, aplicativo que reúne um acervo com grandes nomes do empreendedorismo brasileiro, oferecendo dicas e conselhos que podem influenciar e transformar a forma como o empreendedor toca seu negócio.
Entre eles, destacam-se os registros de Luiz Seabra, fundador da Natura, que expressa ideias, valores e visão particular sobre o crescimento de uma das maiores empresas do país; declarações de Abílio Diniz sobre os seus aprendizados e o segredo para se manter motivado a sonhar cada vez maior; e Romero Rodrigues, jovem empreendedor que protagonizou à frente do Buscapé um dos maiores negócios da história da web no país.
Somam-se a esse time Beto Sicupira (Inbev), Miguel Krigsner (Grupo Boticário), Robinson Shiba (China in Box), Marcelo Alecrim (Postos Ale), Roberto Civita (Grupo Abril) e muitos outros líderes de destaque, que apresentam suas opiniões sobre negócios e conselhos para concretizá-los com sucesso.

Além dos cases, o app Endeavor Vídeos traz também informações e dicas sobre startups, inovação, gestão, marketing, tecnologia, finanças, entre outros assuntos, formando o maior acervo sobre empreendedorismo da categoria Negócios.
A ferramenta inovadora é de acesso gratuito e está disponível para downloads em tablets dos sistemas operacionais iOS, diretamente no aparelho. A ideia é estender futuramente para smartphones e também para o sistema Android. O aplicativo, que conta com o patrocínio do BTG, também permite compartilhar todos os vídeos por e-mail ou mídias sociais.


Sobre a Endeavor
Com sede em Nova Iorque, a Endeavor Initiative Inc. foi criada em 1997 por um grupo de ex-alunos da Universidade de Harvard que, tendo trabalhado em mercados emergentes, identificou a inexistência de uma cultura de incentivo ao desenvolvimento de novos negócios e de programas que efetivamente apoiassem empreendedores. O instituto baseia-se na crença de que a mentalidade empreendedora que tanto beneficiou países desenvolvidos deve ser replicada com sucesso em países em desenvolvimento. Por isso, seus fundadores deram início à operação na Argentina e Chile no mesmo ano de sua fundação, em outubro de 1997. Atualmente, a Endeavor opera por meio de parcerias em 17 países e cada unidade possui administração independente, sendo mantida por empresários e parceiros locais.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O sonho de 44% dos brasileiros é ser empreendedor


Pesquisa revela que abrir uma empresa supera a vontade de aproximadamente 25% das pessoas de seguir carreira como funcionário em uma empresa. A taxa de empreendedorismo cresceu 44% nos últimos dez anos

Esqueça os tempos de inflação alta e insegurança econômica, quando trabalhar em uma empresa com carteira assinada era praticamente a única alternativa considerada segura para a maioria da população brasileira. O perfil da economia mudou e, atualmente, quase 44% dos brasileiros sonham em ter o próprio negócio, frente aos cerca de 25% que almejam seguir carreira como empregado em uma empresa. Os dados constam na pesquisa Global Entrepreneurship Monitor 2012 (GEM), realizada pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP).

"O Brasil vive a plena expansão do mercado interno e a ascensão da classe média, que desponta com grande poder de consumo e também empreende em setores diversos. Nos últimos dez anos, as mudanças na legislação também favoreceram o ambiente empreendedor no país", analisa o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. Ele cita como exemplos o surgimento da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, do Supersimples - que reduz em média 40% da carga tributária dos pequenos negócios - e a criação do Microempreendedor Individual, que permite a formalização de negócios que faturam até R$ 60 mil por ano. "O brasileiro está mais escolarizado e passou a abrir empresa por identificar uma demanda de negócio. É muito diferente do cenário há alguns anos, quando a pessoa abria empresa ao ficar desempregada e não encontrar outra alternativa", acrescenta.

Atualmente, quase 70% dos empreendedores abrem um negócio por oportunidade. Em 2002, o índice dos que empreendiam motivados pela identificação de uma chance no mercado empresarial era de 42,4%. O dinamismo da economia brasileira nos últimos dez anos, com o aquecimento do mercado de trabalho e a melhora do grau de escolaridade dos brasileiros, passaram a promover o empreendedorismo como uma alternativa de ocupação e renda aos brasileiros em todas as regiões do país. "O empreendedorismo hoje tem mais qualidade porque cresce justamente em um momento em que o nível de emprego está bastante alto", completa Barretto.
O levantamento comprova a evolução da atividade empreendedora no país. Em 2002, 20,9% da população estava envolvida na criação ou administração de um negócio. Dez anos depois, o índice saltou para 30,2% da população adulta, entre 18 e 64 anos. O crescimento de 44% na taxa de empreendedorismo é compatível com o dinamismo da economia brasileira no período, quando o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu em média cerca de 4%. Para 88% dos brasileiros adultos, o início de novo negócio é uma boa opção de carreira.
A GEM também constata que entre os brasileiros mais escolarizados é maior a proporção de empresários por oportunidade. No grupo dos empreendedores com pós-graduação completa, por exemplo, 87% dos empresários em fase inicial abriram o negócio após constatar uma oportunidade de mercado.
Nas mãos de mulheres e jovens
Homens e mulheres dividem o comando dos novos negócios brasileiros - aqueles com até 3,5 anos de atividade. De acordo com a pesquisa, 49,6% dos que iniciam a carreira empresarial são do sexo feminino. O percentual de mulheres é maior entre os empreendedores que abrem um estabelecimento do que entre aqueles com empresas já estabelecidas.

"A inserção mais intensa da mulher no mercado de trabalho e seu consequente empoderamento, principalmente na última década, favorecem o empreendedorismo feminino. À medida que as mulheres passam a ocupar em maior densidade cargos de liderança nas organizações, também adquirem mais segurança para empreender, principalmente no empreendedorismo por oportunidade", analisa o diretor-presidente do IBPQ, Sandro Vieira.

Os negócios iniciais estão mais concentrados nas mãos de jovens entre 25 e 34 anos, que respondem pela criação de 33,8% das empresas. A faixa etária entre 35 e 44 anos reúne 27% das novas empresas. Já entre os empreendimentos estabelecidos - com mais de 3,5 anos de atividade -, a idade predominante está entre 35 e 44 anos, com 30% dos negócios.
A pesquisa GEM aponta ainda que a escolaridade está melhorando entre as empresas iniciais. Enquanto que nos negócios com mais de 3,5 anos de existência 30% dos empresários têm o Ensino Médio completo, nas empresas novas o índice corresponde a 37%.

Sobre a GEM
Realizada em âmbito mundial desde 1999, a GEM 2012 contou com a participação de 69 países - 15 a mais do que os analisados em 2011. O levantamento ouviu 10 mil pessoas entre 18 e 64 anos das cinco regiões brasileiras.


Sobre o Sebrae/PR 
O Sebrae/PR - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná é uma instituição sem fins lucrativos criada para dar apoio aos empresários de micro e pequenas empresas e aos empreendedores interessados em abrir o próprio negócio. No Brasil, são 27 unidades e 800 postos de atendimentos espalhados de norte a sul. No Paraná, cinco regionais e 11 escritórios. A entidade chega aos 399 municípios do Estado por meio de atendimento itinerante, pontos de atendimento e de parceiros como associações, sindicatos, cooperativas, órgãos públicos e privados. O Sebrae/PR oferece palestras, orientações, capacitações, treinamentos, projetos, programas e soluções empresariais, com foco em empreendedorismo, setores estratégicos, políticas públicas, tecnologia e inovação, orientação ao crédito, acesso ao mercado, internacionalização, redes de cooperação e programas de lideranças. 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Google AdWords


O Google é o site de busca mais usado do mundo. A empresa hospeda e desenvolve uma série de serviços e produtos baseados na internet, obtendo lucro principalmente através do AdWords. O serviço de publicidade é a principal fonte de receita da empresa representando 96% dos quase 37,9 Bilhões de dólares que a empresa faturou em 2011. O serviço usa o sistema de publicidade por Custo por Clique (PPC) e (CPM) que consiste em anúncios em forma de links encontrados, principalmente, nos mecanismos de pesquisa relacionados às palavras-chave que o internauta está pesquisando. Sendo um modo de adquirir publicidade altamente segmentada independentemente de qual seja o orçamento do anunciante. Os anúncios do AdWords são exibidos juntamente com os resultados de pesquisa no Google, assim como em sites de pesquisa e de conteúdo, chamado de rede de Display, da crescente rede de anúncios do Google, que inclui AOL, EarthLink, HowStuffWorks e Blogger.

Quer aprender um pouco mais sobre essa poderosa ferramenta publicitária? O MyJobSpace e a Konfide Marketing Digital realizarão no dia 15 de janeiro Adwords na Prática (Links Patrocinados) das 09h as  18h.  Com conteúdo dinâmico e atualizado, os participantes poderão navegar e entender na prática, por meio de exercícios, o que faz com que uma campanha obtenha sucesso no Google. A proposta é um dia intensivo na principal ferramenta de Search Marketing do mercado atual. As principais ferramentas disponíveis no sistema são abordadas e testadas pelos participantes. O objetivo final é que todos saiam capazes de gerenciar suas próprias campanhas de maneira otimizada, compreendendo os principais pontos da Interface e seus conceitos.

O investimento para participar do curso é de R$ 440,00. A inscrição pode ser realizada através do seguinte link: http://cursos.konfide.com.br/adwords-na-pratica.  O curso será realizado no MyJobSpace, veja aqui as instruções do Google Maps de como chegar ao espaço: http://goo.gl/maps/zM10O.

ATENÇÃO: o MyJobSpace disponibilizou uma oferta especial para você! Quem se inscrever no curso Adwords na prática usando o código "myjobspace20" terá 20% de desconto no valor de inscrição do curso! 

Dúvidas: (11) 2619-9190/ eventos@ag4global.com.br

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

6 livros inspiradores para startups


Respondido por Camila Farani, especialista em startups

Os livros são uma boa fonte de inspiração para empreendedores. Confira a seleção abaixo com seis obras úteis para quem quer criar uma startup.

1. A Startup Enxuta, de Eric Ries
Oferece uma metodologia para desenvolver o produto/serviço e evitar criar algo que ninguém queira. Eric acredita que os empreendedores podem evitar fracassos se descobrirem o que os clientes realmente querem.




2. A Estratégia do Oceano Azul, de W. Chan Kim e Renée Mauborgne
A obra traz uma maneira diferente de colocar a estratégia em prática. Para fazer o livro, os autores estudaram 150 ganhadores e perdedores em 30 setores e viram que as explicações tradicionais não serviam para o método dos ganhadores.


3. Perdendo minha virgindade, de Richard Branson 
Richard Branson é um dos empreendedores mais famosos do mundo e responsável pela marca Virgin, com empresas em várias áreas. No livro, ele ensina como é possível empreender e usa uma linguagem objetiva e divertida.




4. Startup, de Jessica Livingston

A autora compilou várias entrevistas com empreendedores, como os fundadores do Uahoo! e do Hotmail, com perspectivas muito interessantes sobre as vitórias e desafios associados a começar um negócio.




5. Startup Brasil, de Pedro Mello e Marina Vidigal 
Tem uma estrutura similar à obra Startup, mas é repleto de histórias brasileiras, o que torna a leitura muito enriquecedora. O livro conta histórias de empreendedores de vários setores e não só de tecnologia.




6. Inovação em modelos de negócios, de Alexander Osterwalder e Yves Pigneur 
Modelos de negócio inovadores são emblemáticos em nossa geração, mas continuam pouco compreendidos. O livra traz ferramentas para ajudar os empreendedores a implementar esse processo na empresa. 



Camila Farani é diretora no Gávea Angels e co-fundadora do Lab22

FONTE: http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/6-livros-inspiradores-para-startups

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

As lições de empreendedorismo de Niemeyer





Enquanto “brincava” de construir seus desenhos malucos, Oscar Niemeyer projetava cidades e obras que ficaram conhecidas em todo o mundo.  O arquiteto centenário faleceu nesta quarta-feira (05 de dezembro) deixando uma única filha, quatro netos, 13 bisnetos e seis tataranetos, além de e um legado de obras que continuam encantando a todos. Com 70 anos de carreira, Niemayer tem cerca de 200 projetos espalhados pelo Brasil todo e diversas lições em criatividade, inovação e empreendedorismo. A Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios selecionou cinco grandes ensinamentos do mestre para aqueles que resolveram ser donos de suas próprias vidas e negócios:

1- Sua paixão pode ser sua carreira     
Niemeyer é um dos grandes exemplos de que uma profunda paixão não precisa se tornar apenas um hobby, mas sim uma grande carreira de sucesso. Segundo ele, sempre gostou de desenhar e, quando pequeno, ficava fazendo desenhos imaginários no ar, com a ponta do dedo. Esses sonhos de criança o levaram à arquitetura e em 1934 se formou pela Escola Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro.

2- Aproveite oportunidades desde o começo   
Foi em seu primeiro estágio – e ainda por cima não remunerado –, no escritório de Lúcio Costa e Carlos Leão, que Niemeyer teve oportunidade de fazer seus primeiros contatos, como o renomado arquiteto suíço Le Corbusier. Ele estava de passagem pelo Brasil, em 1936, para colaborar em um projeto do Ministério da Educação no Rio de Janeiro. Com ele, Niemeyer projeta o prédio O Berço, em 1937, no Rio.

3- O networking pode ser essencial         
Durante sua carreira, Niemeyer conseguiu fazer diversos contatos importantes que possibilitaram muitos de seus grandes projetos. Em 1940, conheceu o então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek, que encomendou um dos seus primeiros grandes projetos, o Conjunto da Pampulha. Em 1957, JK chegou à presidência e chamou Niemeyer para organizar o projeto piloto de Brasília e capitanear a construção da nova capital federal.        

4- Tenha uma visão única e inovadora     
Desde que começou a deslanchar em sua carreira como arquiteto, Niemeyer sempre adotou uma postura única em relação ao seu ofício, que o diferenciou em relação a outros profissionais. Um dos seus principais traços foi a adoção das curvas em detrimento dos ângulos e retas, algo que conferia mais fluidez ao seu trabalho. “Não é o ângulo reto que me atrai. Nem a linha reta, dura, inflexível criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual. A curva que encontro nas montanhas do meu país. No curso sinuoso dos sentidos, nas nuvens do céu. No corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo”, afirmou.

5- Seja constante e faça com que seu trabalho sobreviva ao tempo
     
Mesmo com uma idade avançada, Niemeyer nunca deixou de parar de trabalhar e de investir em sua paixão. Um de seus últimos projetos, o Centro Cultural em Valparaíso, no Chile, foi terminado em 2007. Seu estilo limpo e moderno também fez com que seus projetos mantivessem sua relevância e continuassem sendo admirados mesmo depois de anos.


  

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Prêmio Eco Challenge: ideias sustentáveis e inovadoras


Se você tem entre 13 a 15 anos e uma ideia inovadora na cabeça, essa é sua chance de fazer acontecer! Inscreva-se no prêmio Eco-Challenge 2013, uma categoria de TIC Americas. A premiação é uma iniciativa do YABT e da PepsiCo, em prol da sustentabilidade do planeta que compartilhamos. A iniciativa selecionará as ideias mais inovadoras ligadas à sustentabilidade de jovens dos países da América Latina, em duas categorias: Empreendedor Econômico e Empreendedor Social.

Em seu quarto ano, o prêmio, parte da TIC Américas escolherá oito finalistas com projetos que resolvam um problema ambiental ou negócio sustentável dentro dos temas: preservação do meio ambiente e/ou da água. Estes finalistas irão apresentar seus projetos para uma comissão julgadora em um evento na Guatemala. Os grandes vencedores, um em cada uma das categorias, receberão um prêmio de US$ 5 mil.
Os projetos apresentados devem propor ideias inovadoras em sustentabilidade. Na categoria Empreendedores Sociais, o objetivo é criar um empreendimento ou projeto social que resolva um problema ambiental. O Empreendedor Social é aquele que busca uma mudança através do desenvolvimento e da difusão de soluções inovadoras a problemas sociais existentes, que posteriormente possam ser implementadas pelo mercado. Já a categoria Empreendedores Econômicos, o objetivo é resolver um problema ambiental através de um empreendimento ou ideia de negócio. Empreendedor Econômico é aquele que busca gerar uma mudança industrial por meio de alguma inovação que desafie o status quo. Embora seu foco não seja social, o empreendedor econômico deve sempre cuidar do triplo equilíbrio de resultados: econômico, social e ambiental.
Para se inscrever basta ter, entre 13 a 35 anos e não há necessidade de  comprovação de nenhum grau de escolaridade.  As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 18 de janeiro de 2013 pelo link:http://www.ticamericas.net/reg/ent/eco-reto-2013_pr . O anúncio dos finalistas será no dia 28 de abril e a apresentação dos finalistas e cerimônia de premiação será entre os dias 29 e 31 de maio.
O apoio e patrocínio do Eco Challenge pela PepsiCo tem como base o compromisso de  apoiar e energizar as lideranças locais para fortalecer e acelerar as transformações socioambientais em suas comunidades. Esta política faz parte da estratégia global da companhia chamada Performance com Propósito.
Para acompanhar nossas dicas sobre empreendedorismo, siga a Escola Empreendedora no Facebook clicando aqui: https://www.facebook.com/EscolaEmpreendedora?fref=ts

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Jerry Maguire: uma lição de empreendedorismo


Dirigido por Cameron Crowe, o filme Jerry Maguire – A Grande Virada é uma lição para empreendedores em formato de longa metragem. A história é sobre o poder da honestidade e da ética. Tom Cruise interpreta um agente esportivo (Jerry Maguire) que por acreditar e defender um relacionamento mais humano com um número menor de clientes, acaba sendo demitido da empresa em que trabalhava e perdendo todos os seus clientes, ficando apenas com um temperamental jogador da NFL.
Jerry tinha tudo, dinheiro, sucesso e uma carreira promissora, mas resolve desistir de tudo e se arriscar completamente para lutar por algo em que acredita. O longa retrata a trajetória de persistência de Jerry, um empreendedor que foi atrás de seus sonhos e precisa recomeçar sua carreira do zero, lidando com as pressões e deslealdades da concorrência.
O interessante do filme é ver o processo de falência e retomada do protagonista que se vê obrigado a desenvolver maneiras criativas de cativar seu único cliente. E todo esse processo nos faz questionar três pontos importantes na vida de empreendedores: a persistência, a fé nos seus sonhos e superar o medo de arriscar.
Vale muito a pena assistir! Veja abaixo o trailer do filme e inspire-se: http://www.youtube.com/watch?v=OKoKYk4jC84


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Semana Global: Um tempo para (re) pensar o seu negócio

Escola Empreendedora e MyJobSpace - Coworking participam da Semana Global do Empreendedorismo com atividades que levam empreendedores a (re)pensarem seus negócios


A Semana Global do Empreendedorismo é considerada o maior movimento sobre o tema do mundo. Durante sete dias do mês de novembro, pessoas e organizações de diversos países realizam atividades para inspirar, capacitar, conectar e engajar pessoas com o espírito empreendedor. A Escola Empreendedora, que visa fomentar a cultura empreendedora no país, em parceria com o MyJobSpace,espaço de coworking que tem como objetivo principal, dar suporte ao crescimento de pequenos empreendedores realizarão, dentro da Semana Global do Empreendedorismo, o evento Tempo de Empreender.

A programação do evento Tempo de Empreender visa levar seus participantes a (re) pensarem seus negócios por meio de atividades lúdicas e divertidas. As 09h os participantes são recebidos com um café receptivo, em seguida, das 10h às 12h participarão de uma Oficina de Modelo de Negócios (CANVAS) ministrada Ana Fontes (MyJobSpace) e com a participação de Daniel Egger (Foltigo). Após o intervalo para o almoço, às 14h, os empreendedores e aspirantes participarão do Cine Empreendedor com o filme Jerry Maguire - A Grande Virada (Cameron Crowe, 1996), seguido de um debate mediado por Ana Fontes. E às 16h30 serão realizadas diversas atividades estimulando o networking entre os participantes.

O evento Tempo de Empreender será realizado no dia 13 de novembro das 09h às 17h30 no MyJobSpace - Coworking & Eventos. Veja mais informações sobre o local de realização do evento no site do MyJobSpace. A inscrição é gratuita e pode ser feita por aqui.


SERVIÇOS:
Semana Global do Empreendedorismo – 12 à 18 de novembro

Tempo de Empreender – 13 de novembro atividade promovida pela Escola Empreendedora e MyJobSpace – Coworking
MyJobSpace – Av. Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 345 -Jabaquara 

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Escola Empreendedora estará presente na Feira do Empreendedor



Buscando sempre oferecer apoio à empreendedores, o MyJobSpace estará presente na maior feira sobre o tema do país. 


Interessados em abrir um novo negócio e empresários em busca de fornecedores e de orientação sobre como inovar e gerir melhor o seu empreendimento poderão satisfazer suas necessidades durante a terceira edição da Feira do Empreendedor de São Paulo. A Feira, que tem expectativa de 50 mil visitantes, tem como objetivo apresentar soluções para os principais problemas dos empreendedores será realizada entre os dias 25 a 28 de outubro das 13h às 20h no Pavilhão Verde do Expo Center Norte. A EscolaEmpreendedora também estará presente na Feira, representada no stand do MyJobSpace - Coworking SP, escritório colaborativo localizado na Zona Sul de São Paulo, que visa oferecer facilidades para o desenvolvimento dos empreendedores, também estará presente na Feira do Empreendedor. Confirme sua presença no evento do Facebook e venha visitar nosso stand (p09 ao lado da Esquipe de Bombeiros). Esperamos você! 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

10 mandamentos para a sua empresa NÃO usar redes sociais

O recente fenômeno das redes sociais alterou profundamente a forma com as empresas se comunicam e estabelecem relações com seus clientes e potenciais consumidores. Estar presentes nessas mídias se tornou essencial para as empresas e perfis em Twitter, Facebook, Pinterest entre outras, se tornaram importantes ferramentas de marketing gratuita. Mas, essas redes sociais tem um enorme alcance entre seus usuário e não saber usa todo esse potencial corretamente pode acabar depondo contra sua empresa.                
O Cleyton Carlos Torres, colunista do BlogMidia 8 listou
10 razões para você se perguntar e analisar se está ou não preparado para entrar de cabeça nesse mundo. Mas lembre-se: se não estiver pronto, não entre.
1.Você não sabe quais são os seus objetivos: É preciso ter em mente e muito bem delineado qual a contribuição no uso de redes sociais para com a sua empresa. Entrar sem ao menos ter um planejamento e metas traçadas é dar um tiro no escuro. Não tem uma meta? Não use redes sociais.         
2. Você não tem caixa para investimentos:  Se a sua empresa tem a filosofia de que mídias sociais são de graça e não possuem custo algum, não entre nesses terrenos. Ter um trabalho sério nessas mídias custa caro. Não ter recursos financeiros e capital humano? Não use redes sociais.
3. Você não sabe medir seus próprios impactos e resultados:  Medir os resultados é um importante passo para qualquer estratégia em social medial. Não saber analisar seu umbigo? Não use redes sociais.
4. Você não conhece o seu público-alvo:  Ofereça o conteúdo certo para o público certo. Não sabe com quem fala? Não use redes sociais.
5. Você não sabe quais ferramentas deve usar: Não saber quais ferramentas usar ou não ter ideia de como usá-las é pior do que não saber qual é o seu público-alvo: é jogar um alvo no público 2 vezes seguidas. Não sabe o que usar? Não use redes sociais.
6. Você não tem tempo para gerar conteúdo:  Tratar de maneira inadequada um cliente em uma loja faz com que todas as suas ações em social media sejam inúteis. Não seja em um ambiente o que você não é em outro. Não tem tempo? Não use redes sociais. 
7. Você não sabe ou não tem uma mensagem clara: Espalhar uma mensagem vazia que demonstra que nem mesmo a sua empresa está segura do que quer ou do que faz, é transmitir a todos uma única mensagem clara: não temos mensagem nenhuma! Não tem o que dizer? Não use redes sociais.
8. Você não sabe como lidar com uma crise de mídia social: Quase tudo não deve ser levado para o lado pessoal e, principalmente, deve existir um diálogo com seu público. Discutir ou travar uma queda de braço só irá aumentar uma crise. Não tem preparo para uma situação ruim? Não use redes sociais.
9. Você não sabe se usa seu nome ou o da empresa: Você está realmente preparado para assumir a patente “falo em nome da empresa tal”? Fale em nome da empresa com moderação! Não tem uma política no uso de redes sociais? Não use redes sociais.              
10. Você não sabe o que quer com as mídias sociais: depois de perguntar a você mesmo todos os passos anteriores, é necessário questionar quais os fundamentos que te baseiam para seguir em frente com a adesão de mídias sociais. Você já deve ter claro o porque antes mesmo de ler todos esses passos e se perguntar isso.
Depois desses tópicos você esta um pouco perdido em como usar as redes sociais em benefício da sua empresa? Bem vindo ao grupo! As mídias sociais são um fenômeno muito novo e muitos dos seus usuários ainda não sabem aproveitar o máximo o seu potencial. Foi pensando nisso que a EscolaEmpreendedora em parceria com a Konfide – Marketing Digital organizam o curso “Marketingnas Redes Sociais” que será ministrado publicitário e especialista em mídias sociais Fernando Souza. O curso será realizado no dia 20/outubro (sábado) das09h às 18h no MyJobSpace – Coworking & Eventos. Para saber mais informações e se inscrever no curso, clique aqui: https://www.sympla.com.br/marketing-nas-redes-sociais__10952.html

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

É possível ensinar alguém a ser empreendedor?


Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com quatro especialistas no estudo do empreendedorismo e organizou um debate virtual sobre o assunto


A partir da esquerda, Jacques Marcovitch, Anne Dobrée, Gilberto Sarfati e Marcelo Nakagawa

É possível ensinar alguém a ser empreendedor? As respostas para essa pergunta variam bastante no mundo acadêmico. Alguns especialistas acreditam que já se nasce com as características de um empreendedor. Outros acham possível ensinar ou estimular isso na própria faculdade. Além do professor Andrew Zacharakis, do Babson College, nos Estados Unidos, Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com mais quatro especialistas no estudo do empreendedorismo e organizou um debate virtual sobre o assunto. 

Perfil dos especialistas 
ANNE DOBRÉE: Chefe do Seed Funds, fundo de investimento do Grupo de Empreendedorismo da Universidade de Cambridge, na Inglaterra 

MARCELO NAKAGAWA: 
Professor e coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper 

GILBERTO SARFATI: Professor do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas (FGV) 

JACQUES MARCOVITCH: Professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP) 

>> É possível ensinar alguém a ser empreendedor? 

Dra. Anne Dobrée: algumas habilidades do empreendedor são inatas e não podem ser aprendidas. Eu acho que a disposição para assumir riscos e a persistência são características difíceis de ensinar, apesar de poderem ser apoiadas e encorajadas na sala de aula. Cursos de empreendedorismo podem complementar as habilidades naturais que os empreendedores têm. Além disso, essas aulas ajudam a fornecer a orientação, o apoio e o incentivo necessários para os empresários em potencial começarem a dar seus primeiros passos.

Professor Marcelo Nakagawa: dá para incentivar o empreendedorismo. Você ensina técnicas de gestão, por exemplo. Agora, a capacidade de empreender tem de nascer da iniciativa de cada um. Nenhum professor vai motivar o aluno a ser empreendedor; ele vai indicar os motivos que aquela pessoa tem para empreender. Quem encontra, verdadeiramente, esses motivos é o próprio aluno. Infelizmente, as disciplinas de empreendedorismo estão, principalmente, nos cursos de negócios. Nos mais técnicos, as pessoas não aprendem a ganhar dinheiro com aquilo que estão lidando. É difícil achar matéria de empreendedorismo num curso de odontologia, mas esse ensino deveria ser obrigatório para qualquer curso superior. O aluno precisa aprender a ganhar dinheiro em cima do que está fazendo. 

Professor Gilberto Sarfati: é possível ensinar a ser um empreendedor melhor e despertar o empreendedorismo como opção de carreira. Na FGV, temos tido sucesso com isso. No primeiro ano do curso de administração existe uma matéria chamada “Educação Empreendedora”. Percebemos que a maioria dos alunos entra na faculdade sem nem pensar em empreender. Mas isso muda com o tempo. O número de alunos que quer abrir um negócio próprio tem crescido dentro da faculdade e alguns deles começam a empreender ainda dentro da FGV — na empresa júnior, por exemplo. 

Professor Jacques Marcovitch: na faculdade, não se aprende intuição, uma qualidade tão essencial para os grandes cientistas quanto para os pequenos comerciantes. O que se chama de faro ou instinto é uma precondição a ser cultivada no empreendedorismo, de preferência com apoio em regras produzidas no universo do ensino formal. Aprender a empreender é possível, sim. Embora partidários mais ortodoxos da intuição costumem caricaturar o problema com uma frase bem-humorada: “A gente só aprende o que já sabe”. 

>> O que é essencial aprender antes de ser empreendedor? 

Dra. Anne Dobrée: parte do trabalho de se tornar empreendedor é ter a habilidade de aprender a dançar conforme a música, ir aprendendo as coisas conforme a necessidade. Mas, essencialmente, seria necessário um bom conhecimento técnico sobre a área, saber administrar as finanças do negócio e construir equipes. Algo também essencial para o empreendedor é saber quais as habilidades que ele não tem. 

Professor Marcelo Nakagawa: existem dois conhecimentos importantes para as pessoas que estão longe da área de negócios. O primeiro é aprender a planejar um novo negócio e o segundo é aprender a vender. Tudo isso pode ser suprido por cursos ou por um sócio mais especializado na área de administração. Um dos pontos positivos de fazer esses cursos é encontrar pessoas com os mesmos medos, receios e sonhos. São pessoas que estão no mesmo estágio de pensar um novo negócio, de querer arriscar mas ter um pouco de medo. 

Professor Gilberto Sarfati: planejamento é essencial. Todas as pesquisas indicam que as principais razões para a falência de empreendimentos é a falta de capacidade de gestão. Além disso, gestão de pessoas, gestão de caixa, vendas e marketing. O empreendedor não precisa ser um especialista nessas áreas, uma vez que, mais cedo ou mais tarde, ele poderá contratar pessoas especializadas nelas. Mas precisa ter uma boa noção para conseguir acompanhá-las — afinal, é o presidente da empresa que está fundando. Você não precisa ser o contador, porque não vai fazer o balanço da empresa. Mas precisa entender aqueles números. 

Professor Jacques Marcovitch: é essencial valorizar a cultura de resultados, a clareza das metas, a compreensão do entorno do futuro negócio e as especificidades do mercado a ser conquistado. A convivência com os potenciais consumidores é a melhor forma de apreender aspirações, anseios e expectativas. Aprender com outros que estão no ramo contribui para antecipar dificuldades a superar, e formas de otimizar o retorno sobre o investimento. Além disso, aprender a montar um plano de negócios, com etapas a vencer, será útil. Todo empreendedor deve compreender que o lucro está longe de ser a mera diferença entre receita e despesa corrente. Trata-se de gerar recursos para investir, motivar seus funcionários e pagar impostos, capital de giro e crédito bancário, por exemplo, que são variáveis básicas e cujo pré-dimensionamento é aconselhável. 

>> Quais as vantagens e desvantagens de ter se graduado na mesma área do seu negócio? É melhor ir direto para um curso de administração ou fazer uma faculdade na área em que você quer empreender? 

Dra. Anne Dobrée: a faculdade de administração pode proporcionar uma compreensão melhor de negócios em geral, além de uma rede de contatos. No entanto, em algumas áreas, especialmente naquelas relacionadas à alta tecnologia, você realmente precisa de uma base mais específica do setor. Tem de entender as complexidades do serviço que está oferecendo e também para ser levado a sério no mercado. 

Professor Marcelo Nakagawa: o ideal é justamente isso — a pessoa empreender na área em que se formou. É uma maneira inteligente de se tornar empreendedor, porque você não joga fora o que aprendeu durante anos de estudos. No fim das contas, você tem o conhecimento técnico da área, sabe quais são os clientes e como o segmento evolui. Acho que não existe uma desvantagem nesse caminho. 

Professor Gilberto Sarfati: a vantagem de ter se formado na mesma área em que o seu negócio atua é ter um ponto de vista técnico. A desvantagem é a falta de conhecimento em gestão, o que pode matar um negócio. Uma fórmula que tem dado certo é a de ter sócios especializados em áreas diferentes: um com um conhecimento mais técnico do setor (um arquiteto, por exemplo) e outro com um conhecimento maior em gestão. Se a pessoa optar por aprender a gerir um negócio, a faculdade de administração não é a mais recomendada, porque o ensino universitário vai cobrir coisas que não vão interessar a ela. Existem cursos específicos que contribuem mais para a necessidade do empreendedor e vão levar menos tempo. 

>> Como você vê a proliferação de cursos de empreendedorismo no mundo? 

Professor Gilberto Sarfati: isso é positivo porque simboliza um aumento da cultura empreendedora. Agora, o próximo passo é aumentar a especificidade desses cursos para que haja mais cursos focados nos pequenos negócios. Atualmente, os cursos de administração — como gestão de pessoas, gestão de empresas — são muito focados em grandes negócios. 

Professor Jacques Marcovitch: os cursos de empreendedorismo constituem uma condição desejável, mas não suficiente. Eles requerem, antes de tudo, uma boa estruturação de suas propostas de ensino, combinando valores, princípios e conceitos. Além disso, é preciso alinhar esse ensino com a vida prática. A meu ver, esses cursos devem conter um ciclo básico, destinado a identificar e incentivar a vocação e o verdadeiro potencial do aprendiz. Seria um bom filtro para selecionar quem quer ou não ser mesmo empreendedor. Não se lavra em terra estéril. 

Esta reportagem é um extra da matéria “Profissão: empresário”, publicada na edição impressa de Pequenas Empresas & Grandes Negócios (ed. 284 - setembro/2012) 




segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Livro explica o empreendedorismo sob a visão de 25 especialistas brasileiros


De acordo com relatório que o Sebrae publicou recentemente, o Brasil está se tornando um celeiro de startups – novas e inovadoras empresas – que se destacam em todos os campos. São três mil ideias criativas que são registradas diariamente em todo o país. A inovação é a responsável por esse número e, para o empreendedor, fator fundamental para conquistar mercados e negócios.
Sobre inovação e empreendedorismo, Nei Grando reuniu no livro Empreendedorismo Inovador diversas opiniões e especialistas para tratar do assunto. "Esse é o primeiro livro de empreendedorismo de base tecnológica escrito por autores brasileiros com sólidos conhecimentos, muitos com ampla experiência em startups de tecnologia. Além de empreendedores, entre esses profissionais estão presentes consultores em inovação e negócios, acadêmicos e investidores envolvidos com capital de risco, que procuraram oferecer o melhor de si para esta obra" – explica Grando.
O livro traz uma apresentação do contexto do empreendedorismo no Brasil (capítulo 1) e do mercado para empresas de tecnologia (capítulo 2). Em seguida, aborda a carreira empreendedora e por que vale a pena empreender (capítulo 3). Apresenta vantagens e desvantagens de se ter sócios, fornecendo sugestões e dicas que podem ser muito úteis nessa escolha (capítulo 4). Explica por que o empreendedor deve conhecer os fundamentos de gestão e modelagem de negócios (capítulo 5) e depois detalha tais preceitos, esclarecendo o que o empreendedor precisa saber sobre: estratégia (capítulo 6), marketing (capítulo 7), vendas (capítulo 8), pessoas (capítulo 9), finanças (capítulo 10), criatividade e inovação (capítulo 11), networking (capítulo 12) e tecnologia (capítulo 13). O livro apresenta também como nasce uma ideia (capítulo 14), mostrando como a prototipagem pode ajudar a avaliar se a sua ideia resultará em um produto ou serviço com potencial de mercado (capítulo 15). Para ajudá-lo na modelagem de seu negócio, há elementos de criação de valor (capítulo 16), entrega de valor (capítulo 17) e captura de valor (capítulo 18). No que diz respeito à busca e aquisição de investimento, consideramos os recursos financeiros próprios (capítulo 19), com dicas de como encontrar e abordar um investidor-anjo (capítulo 20), como apresentar o seu projeto a um investidor (capítulo 21) e se vale a pena recorrer a uma incubadora (capítulo 22). Finalmente, consideramos porque o empreendedor deve buscar conselheiros e mentores experientes em gestão e negócios (capítulo 23), além de como e onde obter educação e treinamento formal para empreender (capítulo 24). Cada capítulo pode ser lido de maneira independente, de acordo com o momento que o leitor estiver desfrutando do conhecimento.
Além do próprio organizador, Nei Grando, Empreendedorismo Inovador tem como articulistas nomes de peso focados em empreendedorismo, tecnologia e startups como: Ana Maria Magni Coelho, Bob Wollheim, Carlos Eduardo Guillaume, Cassio A. Spina, Cezar Taurion, Diego Remus, Edson Mackeenzy, Felipe Matos, Joel Weisz, John Lemos Forman, Leo Kuba, Marcel Malczewski, Marcelo Amorim, Marcelo Nakagawa, Martha Terenzzo, Nathalie Trutmann, Pedro Mello, Renato Fonseca de Andrade, Robert Edwin Binder, Rodrigo Brito, Rogério Chér, Ronald Jean Degen, Rose Mary Almeida Lopes e Sérgio W. Risola.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

workshop sobre inovação e criatividade e palestra com Diretor do SEBRAE


Evento, gratuito e aberto ao público, terá palestra sobre Empreendedorismo e as Oportunidades para a Copa de 2014 com Bruno Caetano – Diretor Superintendente do Sebrae-SP

No próximo dia 19 (quarta-feira), às 19h30, a Estácio realiza um workshop gratuito sobre inovação e criatividade no campus de Interlagos (Av. Jangadeiro, 111). Durante o evento, empresários e interessados em abrir seu negócio próprio terão a oportunidade de tirar dúvidas sobre gestão empresarial e aspectos inovadores para a competitividade da organização. 
A ação será conduzida pelo Prof. Nivaldo Menezes, coordenador do curso de MBA em Empreendedorismo e Inovação da Estácio, e contará com a presença do Diretor Superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE-SP), Bruno Caetano, que vai ministrar a palestra Empreendedorismo e as Oportunidades para a Copa de 2014. Durante sua apresentação, Caetano falará sobre as oportunidades de negócios que serão geradas com a realização da Copa de 2014, com destaque para o setor de serviços e as respectivas cadeias produtivas que serão beneficiadas, e dará dicas para que os interessados possam realizar o planejamento estratégico de seu negócio.  
Na sequência, o coordenador do curso da instituição falará sobre inovação e dará dicas de criatividade para os pequenos empresários. Haverá também um momento para que os participantes do evento tirem suas dúvidas. No final, haverá um sorteio do curso Empretec (oferecido pelo SEBRAE). O curso tem duração de uma semana e é focado na questão comportamental, através de entrevista, oficinas e vivências que estimulam as mudanças. É desenvolvido em tempo integral com dedicação exclusiva, onde os participantes discutem e praticam técnicas de aperfeiçoamento e de desenvolvimento pessoal e gerencial, principalmente aquelas referentes às "características do comportamento empreendedor". O Empretec é resultado da parceria entre o Sebrae, entidade gestora do projeto em caráter nacional, e a Organização das Nações Unidas - ONU, organismo criador do projeto, junto a UNCTAD, para o desenvolvimento do potencial empreendedor.

Os interessados podem fazer a inscrição para o workshop até o dia 18/09 pelo e-mail: nivaldo@live.estacio.br. As vagas são limitadas.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

5 livros para melhorar a gestão do seu negócio


Com um dia a dia corrido, muitos empreendedores não dedicam tempo para se atualizar e reciclar conceitos importantes para a gestão de uma pequena empresa. Para Maurício Galhardo, especialista em finanças e sócio-diretor da consultoria Práxis Education, manter-se antenado é essencial. “O empreendedor deve estar sempre atualizado quando às novas práticas de gestão, às novas leis e regulamentações, aos acontecimentos políticos e às opções de crédito e investimento disponíveis”, diz. Para ajudar nesta tarefa, Galhardo sugeriu cinco livros para orientar os empresários nesta tarefa:
1. Princípios de Administração Financeira: Este livro é quase uma obra prima das finanças empresariais. Na obra, são apresentados conceitos importantes para quem está fazendo um planejamento financeiro. “É a grande bíblia das finanças. Usado por muitas universidades em cursos de administração de empresas, é um livro completo, mas para muitos, um pouco complexo. É um livro para ser estudado, para se fazer os exercícios, não para leitura. Trata-se de uma excelente fonte de consulta”, diz Galhardo. De Lawrence J. Gitman , pela Editora Pearson Education, a partir de R$ 106,00.
2. Gestão de Custos e Formação de Preços: Este livro mescla conceitos de finanças, estratégia e contabilidade para ajudar o empresário a ter controle sobre as contas do negócio. Além disso, a obra traz mais de 150 exercícios para colocar em prática a leitura. “Ajuda o empreendedor a detalhar as finanças de seu negócio. Trabalha a gestão de custos, divisão de grupos de gastos, cálculo de preços e cálculo de margens. Também dá dicas de como utilizar a calculadora financeira para aprimorar os cálculos e análises do negócio. É um livro um pouco mais voltado a um público não tão iniciante”, comenta Galhardo. De Adriano Leal Bruni e Rubens Fama, pela Editora Atlas, a partir de R$ 94,00.
3. O Segredo de Luísa: Este título é quase um clássico para quem quer se tornar empreendedor. Fernando Dolabela, especialista no assunto, narra a história de uma jovem do interior de Minas Gerais que vai descobrir aos poucos o que faz, afinal, um empreendedor. “O livro traz, de forma suave e irreverente, as dificuldades e angústias dos empreendedores, e ensina, conforme a história vai se desenrolando, como é feita a montagem de um plano de negócios”, diz Galhardo. Ferramentas como formação de custos e preços, análise de concorrentes e planilha de fluxo de caixa são mostradas no decorrer da obra. De Fernando Dolabela, pela Editora Sextante, a partir de R$ 24,00.
4. Os Axiomas de Zurique: Um pouco mais técnico, este título fala sobre como os banqueiros suíços conseguiram ganhar de dinheiro e que é possível replicar isto em outros lugares do mundo. A obra traz 12 axiomas principais e 16 secundários para avaliar investimentos. “É um livro mais voltado a investimentos, que vão desde ações a imóveis. Dá noções sobre mercado financeiro, informações sobre regras financeiras não muito bem interpretadas pelas pessoas leigas, ajuda na análise de riscos e principalmente foca em resultados e lucros”, conta Galhardo. De Max Gunthen pela Editora Record, a partir de R$ 22,oo.
5. Pai Rico Pai Pobre: Este livro é um dos mais vendidos na área de negócios e administração. Ele fala sobre as práticas que diferenciam as pessoas ricas, classe média e pobres e como isso pode ser passado por gerações. “Embora não traga cálculos financeiros ou planilhas, é um livro muito recomendado a todos os empreendedores, principalmente por dar a visão de busca de oportunidades, de iniciativa, de análise de risco e de pensar fora da caixa”, comenta Galhardo. De Robert T. Kiyosaki pela Editora Campus, a partir de R$ 27,00.